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“Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros.” 1 Samuel 15:22


Essas palavras foram ditas pelo profeta Samuel ao rei Saul, quando este trouxe vivo o rei Agague e o melhor dos bois e carneiros do despojo da guerra contra os amalequitas. A ordem de Deus era que se destruisse totalmente aos amalequitas e tudo que eles possuíssem.

Alguns motivos levaram Saul à cometer o pecado da desobediência contra Deus. O primeiro foi o orgulho, que cegou seu entendimento e o tornou obstinado, teimoso em negar seu erro ao profeta Samuel. Ele não queria admitir que estava errado, que havia pecado.
E o segundo motivo foi por ter temido mais ao povo de Israel do que o próprio Deus. Veja as palavras do rei Saul: porque temi ao povo, e dei ouvidos à sua voz.

O rei Salomão adverte em seus escritos que o “temor à Deus é o princípio da sabedoria”. Se Saul tivesse temido mais à Deus do que ao povo, não teria se deixado levar por seu próprio entendimento do que é certo ou errado.

Quando obedecemos estamos sujeitando nossa vontade. E é isso que Deus mais aprecia, que submetamos nossa vontade à dEle.

Façamos valer as palavras daquele hino:

Crer e observar,
Tudo quanto ordenar,
O fiel obedece
O que Cristo mandar.

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“Ora, anualmente iam seus pais a Jerusalém, para a Festa da Páscoa. Quando ele atingiu os doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume da festa. Terminados os dias da festa, ao regressarem, permaneceu o menino Jesus em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem. Pensando, porém, estar ele entre os companheiros de viagem, foram caminho de um dia e, então, passaram a procurá-lo entre os parentes e os conhecidos; e, não o tendo encontrado, voltaram a Jerusalém à sua procura. Três dias depois, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. E todos os que o ouviam muito se admiravam da sua inteligência e das suas respostas. Logo que seus pais o viram, ficaram maravilhados; e sua mãe lhe disse: Filho, por que fizeste assim conosco? Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura. Ele lhes respondeu: Por que me procuráveis? Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?

Não compreenderam, porém, as palavras que lhes dissera.E desceu com eles para Nazaré; e era-lhes submisso. Sua mãe, porém, guardava todas estas coisas no coração.

E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens.”

Lucas 4.41-52

Era costume dos judeus levar os meninos ao Templo em Jerusalém um ou dois anos antes de completarem treze anos, ocasião em que eram apresentados e recebidos na comunidade religiosa judaica como “filhos do mandamento”, sendo então contados como membros adultos. É o que se chama de “Bar Mitzvá”.

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Um grande mal que nos cerca atualmente é o horror ao óbvio.  Talvez porque o óbvio sugira simplicidade, algo básico, oposto a moderno.Tendemos a rejeitar explicações óbvias, procurando aquelas mais elaboradas. Sucede que, em se tratando da Lei de Deus, “a regra é clara”!Desde o inicio Deus nos mostrou sua Lei (vontade, mandamento) com clareza e objetividade. Não há cerimonialismo, nem “brechas”. A ordem é direta, de modo que ninguém pode alegar que não entendeu.

Assim foi com:

· Adão – Gn 2.15-17 “Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás”.

· Abraão – Gn 12,1 “Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei”;

Outros exemplos são os dez mandamentos e a oração dominical.

Tudo muito objetivo, sem rodeios, de fácil memorização.

Porque então teimamos em nos esquecer de algo tão óbvio?

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publicano_fariseuO fariseu e o publicano
Lucas 18. 9-14

“9-  Propôs também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros:
10- Dois homens subiram ao templo para orar; um fariseu, e o outro publicano.
11- O fariseu, de pé, assim orava consigo mesmo: Ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda como este publicano.
12- Jejuo duas vezes na semana, e dou o dízimo de tudo quanto ganho.
13- Mas o publicano, estando em pé de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, o pecador!
14- Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que a si mesmo se exaltar será humilhado; mas o que a si mesmo se humilhar será exaltado.”

     Jesus caminhava e multidões o acompanhavam. Pessoas com personalidades, objetivos e ideais diferentes. Conhecendo o coração de cada um, Jesus lhes propunha parábolas sobre diversos temas, para que os que compreendessem fossem edificados. A parábola do fariseu e do publicano aborda especificamente o ato da oração, mas a questão que Jesus realmente quer nos revelar é mais ampla: como temos nos apresentado diante de Deus?

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Rev. Romildo Lima de Freitas

No terceiro domingo de setembro, as igrejas comemoram o Dia da Escola Dominical. A Igreja Metodista trouxe a EBD para o Brasil em 1836. O rev. Justin Spaulding organizou, no Rio de Janeiro, entre estrangeiros, uma congregação com cerca de 40 pessoas e, em junho daquele ano, abriu uma EBD com 30 alunos, dos quais alguns eram brasileiros, ensinados na sua própria língua.No ano de 1858, os missionários Robert e Sara Kalley dirigiram aquela que é considerada a primeira Escola Dominical em terras brasileiras.  

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