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“Ora, anualmente iam seus pais a Jerusalém, para a Festa da Páscoa. Quando ele atingiu os doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume da festa. Terminados os dias da festa, ao regressarem, permaneceu o menino Jesus em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem. Pensando, porém, estar ele entre os companheiros de viagem, foram caminho de um dia e, então, passaram a procurá-lo entre os parentes e os conhecidos; e, não o tendo encontrado, voltaram a Jerusalém à sua procura. Três dias depois, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. E todos os que o ouviam muito se admiravam da sua inteligência e das suas respostas. Logo que seus pais o viram, ficaram maravilhados; e sua mãe lhe disse: Filho, por que fizeste assim conosco? Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura. Ele lhes respondeu: Por que me procuráveis? Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?
Não compreenderam, porém, as palavras que lhes dissera.E desceu com eles para Nazaré; e era-lhes submisso. Sua mãe, porém, guardava todas estas coisas no coração.
E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens.”
Lucas 4.41-52
Era costume dos judeus levar os meninos ao Templo em Jerusalém um ou dois anos antes de completarem treze anos, ocasião em que eram apresentados e recebidos na comunidade religiosa judaica como “filhos do mandamento”, sendo então contados como membros adultos. É o que se chama de “Bar Mitzvá”.
Temos estudado que não seria fácil sermos cristãos. Jesus nos diz que sofreríamos perseguições e muitos morreriam por amor do seu nome. Mas eu não esperava passar por tamanho constrangimento de minha fé.
Tenho receio e até vergonha de publicar este post, pois coloca o nome de Cristo no meio de muito abobrinha. Mas creio que servirá de alerta para estarmos preparados quando nos perguntarem sobre aberrações deste gênero.
Pra começar temos o impressionante “profeta” Luis Cláudio. Vejam de quantas mazelas ele se livrou nesta vida.
Um ano mais de vida nos concede o Senhor. E a cada ano que entra esperamos que este seja melhor do que o passou.
Fazemos planos e promessas, nosso ânimo se renova e entusiasmados saímos fazendo tudo o que está ao alcance de nossas forças.
Dizemos: vou ler mais a bíblia, plantar uma árvore, orar mais, virar vegetariano, comprar um carro, arrumar uma namorada, escrever um livro, sei lá!
E é claro que é importante fazermos planos, mas sempre lembrando que “o coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa vem do Senhor.” Pv 16:1
Eu me entristeço quando vejo que nós como sociedade, e porque não humanidade, não conseguimos melhorar, pelo contrário, a cada ano que passa vemos aumentar a fome, o abandono de crianças, a violência, acidentes de carro e a lista continua.
Mas não digo isso para desanimá-los, e sim para lembrar que nossa esperança não está neste mundo, e sim no porvir, quando Jesus voltar e nos redimir (rimou).
E é por isso que o cristão vive em paz, com alegria, sempre disposto a trabalhar mais na obra do Senhor.
Portanto meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que no Senhor o vosso trabalho não é vão. I Cor. 15:58
P.S.: Ouvi falar que este será o “ano do rato”! Estão enganados… este é o ano do Senhor !!!





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